Talvez
felicidade não tenha idade.
Tampouco a saudade,
essa que me invade
sem lucidez.
Teu rosto, teu sorriso,
teu gosto.
Preciso tanto!
Que até me espanto
e solto um riso.
Até mesmo te esperar é perfeito,
não tem jeito.
Pode doer o peito, eu reclamo,
mas, no fim das contas, te amo.
Primeira e única
-
O ano era 1996 e fazia pouco mais de mês que eu tinha deixado a minha
terra natal. Ainda assim, não foi uma ruptura propriamente dita, afinal, a
distânc...
Há 21 horas

Que bom que tu não quer me queimar! husuhsahuassahusahusauh
ResponderExcluirÉ bom pelo menos no blog não precisar segurar a própria opinião, no meio de tantos que querem me enfiar a deles goela abaixo. Desculpa se ocorreu algum mau jeito na leitura, mas faz parte, qualquer cosia recame comigo ;)
E entao, Sr. Vinícius de Moraes (lindo nome, por sinal), achei bacana os teus versos. Principalmente a útima estrofe, pela rima e conteúdo, que também serve pra mim (ooo tristeza...).
Um grande abraço!
PS: acho que poderíamos usar um dos nomes que tinhamos pensado antes daquele que não poderemos usar. Conversaremos.
Simpático o poema. Parabéns pelo blog!
ResponderExcluirLindo texto!
ResponderExcluirBjitos!